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Archive for the ‘Espécies em extinção’ Category

Nenhuma palavra pode traduzir a magia da música e dos detalhes do nosso maravilhoso planeta.

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Vale a pena cuidar do nosso belo planeta.

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Severn Suzuki falou durante 5 minutos em 1992 e calou o mundo. Esta menina soube dizer tudo.
http://br.youtube.com/watch?v=UVa0V6HMtpo&feature=relate

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BIA

Aqui vai a resposta que AZ escreveu para ti. Vou transcrever na íntegra:

Sugiro que entre em contacto com a ASPEA – “Associação Portuguesa de Educação Ambiental” – pois têm uma actividade conjunta com o FAPAS interessante: comemorar a 23 de Novembro o Dia da Floresta Autóctone, na qual poderão disponibilizar algum pé de azevinho.

http://www.aspea.org/apresenta.htm

Um abraço

AZ”

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“munique”

   Transcrevemos na íntegra o texto enviado por  AZ a quem agradecemos e que contêm a resposta às perguntas que colocas no teu comentário.  Espero que estas explicações sejam úteis. 

“Olá munique!

Muito curiosas e pertinentes as tuas perguntas.


    Relativamente à primeira: ainda não é possível saber se as borboletas dormem. O que se sabe apenas é que à noite, ou em dias nublados, as borboletas procuram as folhas e os ramos que lhes possam servir de abrigo e camuflagem e aí permanecem pousadas, passando despercebidas dos seus predadores.


    Quanto á segunda questão: as borboletas também defecam, sim. O alimento é mastigado e armazenado no papo; depois mastigado de novo na moela e filtrado no estômago. Aqui, sofre a acção de enzimas (segregadas no estômago) e é absorvido. Os materiais não digeridos passam para o intestino e, no recto, o excesso de água é retirado desses materiais, tranformando-os em bolas fecais alongadas que saem pelo ânus. Durante a fase de crisálida, o animal não se alimenta, estando o aparelho bucal e o ânus bloqueados. Há, também no adulto, algumas espécies que não chegam a alimentar-se.

      A resposta à terceira pergunta é: a respiração faz-se através de uma rede de tubos, ou traqueias, que se ramificam por todo o corpo e conduzem o ar directamente desde os estigmas até às células. Estigmas, ou espiráculos, são as aberturas exteriores das traqueias e localizam-se nas partes laterais do tórax e do abdómen.
Os ramos mais finos das traqueias (traquéolas) transportam o oxigénio para as células e o dióxido de carbono no percurso inverso.

BIBLIOGRAFIA:
– MARAVALHAS, E.: AS Borboletas de Portugal. Editor Ernestino Maravalhas, 2003
– STORER, TRACY: Zoologia Geral. Editora da Universidade de São Paulo, 1974
– TAGIS – Centro de Conservação das Borboletas de Portugal                                               A Z”

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Padre António Vieira(1608-1697)padre.png

Nasceu em Lisboa, a 6 de Fevereiro de 1608. Fernando Pessoa chamou-lhe”Imperador da Língua Portuguesa”.Tudo quanto disse ou escreveu continua actual.

Hoje achamos natural sermos livres e todos defendemos os nossos direitos, mas no séc.XVII este escritor, pregador e educador soube usar a Língua Portuguesa para lutar pelos direitos dos índios, negros, escravos, judeus, cristãos novos e de todos os que viam os seus direitos desrespeitados. Viveu entre Portugal e o Brasil e na sua luta apenas usou uma arma, a Língua Portuguesa. Lutou arduamente pelos direitos do homem, de todos os homens. Foi perseguido e condenado ao silêncio por isso.

Não te parece espantoso que tantos séculos depois vivamos num planeta onde em tantos lugares estes direitos são desrespeitados? E que o respeito pela vida e pelo ambiente continue a ser reconhecido mas não praticado a ponto de colocar o homem, enquanto espécie, na mira da extinção?

Disse o padre António Vieira , em 1643 no sermão do mandato, “(…)Os antigos sabiamente pintaram o amor menino, porque não há amor tão robusto, que chegue a ser velho(…) o tempo tira a novidade às coisas, descobre-lhes os defeitos, enfastia-lhes o gosto(…)Mas sobre qual amor? Sobre o amor humano, que é fraco… “

Como conhecia bem a humanidade! Aquecimento global, destruição das florestas, extinção de espécies e do património cultural, campos de refugiados, fome, guerra, etc… são causas que indignam, chocam e preocupam. O tempo , como disse este escritor,vai entretanto tirando a novidade à coisa e os problemas vão parecendo longínquos. Sabemos que existem mas esperamos que alguém um dia os resolva. Por isso a Educação Cívica responsável e actuante é tão urgente.

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A Amazónia devia ser intocável
“Durante um debate ocorrido no mês de Novembro/2000, numa Universidade, nos Estados Unidos, o ex-governador do Distrito Federal, Cristovam Buarque , foi questionado sobre o que pensava da internacionalização da Amazónia. Um jovem introduziu a pergunta dizendo que esperava a resposta de um humanista e não de um brasileiro.”
O texto que se segue deve ser lido por todos quantos respeitam o planeta com todo o seu património natural e cultural. É a resposta humanista e patriótica de
Cristovam Buarque em 1-11-2000 às 16:55
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“De facto, como brasileiro eu simplesmente falaria contra a internacionalização da Amazónia.

Por mais que nossos governos não tenham o devido cuidado com esse património, ele é nosso.

Como humanista, sentindo o risco da degradação ambiental que sofre a Amazónia, posso imaginar a sua internacionalização, como também de tudo o mais que tem importância para a humanidade.

Se a Amazónia, sob uma ética humanista, deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro.
O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a Amazónia para o nosso futuro. Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no direito de aumentar ou diminuir a extracção de petróleo e subir ou não o seu preço. Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser internacionalizado. Se a Amazónia é uma reserva para todos os seres humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de um dono, ou de um país.

Queimar a Amazónia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as Reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação.
Antes mesmo da Amazónia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos os grandes museus do mundo.

O Louvre não deve pertencer apenas à França. Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo génio humano.
Não se pode deixar esse património cultural, como o património natural amazónico, seja manipulado e destruído pelo gosto de um proprietário ou de um país. Não faz muito, um milionário japonês, decidiu enterrar com ele, um quadro de um grande mestre. Aquele quadro deveria ter sido internacionalizado.

Durante este encontro, as Nações Unidas estão realizando o Fórum do Milénio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades em comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA. Por isso, eu acho que Nova York, como sede das Nações Unidas, deve ser internacionalizada. Pelo menos Manhatan deveria pertencer a toda a Humanidade. Assim como Paris, Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade, com sua beleza específica, sua história do mundo, deveria pertencer ao mundo inteiro.

Se os EUA querem internacionalizar a Amazónia, pelo risco de deixá-la nas mãos de brasileiros, internacionalizemos todos os arsenais nucleares dos EUA. Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas armas, provocando uma destruição milhares de vezes maior do que as lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil. Nos seus debates, os actuais candidatos a presidência dos EUA tem defendido a ideia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da dívida.
Comecemos usando essa dívida para garantir que cada criança do Mundo tenha possibilidade de COMER e de ir a escola. Internacionalizemos as crianças tratando-as, todas elas, não importando o país onde nasceram, como património que merece cuidados do mundo inteiro. Ainda mais do que merece a Amazónia.
Quando os dirigentes tratarem as crianças pobres do mundo como um património da Humanidade, eles não deixarão que elas trabalhem quando deveriam estudar,
que morram quando deveriam viver.

Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo. Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a Amazónia seja nossa. Só nossa!”

Cristovam Buarque

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A Amazônia Central abriga o maior complexo hídrico-fluvial da Terra, com cerca de 7 milhões de km2, sendo uma região de dimensões continentais. A hiléia brasileira com cerca de 3,3 milhões de km2 sobrepõe-se, em grande parte à área da bacia hidrográfica do Rio Amazonas e caracteriza-se por abrigar grande riqueza biológica, com enorme diversidade de flora e fauna. É considerada uma das últimas reservas florestais do planeta.



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