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Archive for the ‘A nossa escola’ Category

São produzidos anualmente em Portugal cerca de 125 mil toneladas de resíduos de óleos alimentares, dos quais apenas cerca de 3000 são recolhidos. Estes últimos têm sido utilizados para o fabrico de sabão e massa consistente lubrificante. Os óleos, contaminam solos e águas e quando lançados nas redes de esgotos entopem os filtros da ETAR (Estações de Tratamento de Águas Residuais), Mesmo assim, em Portugal, continuam a ser lançados para a rede de esgotos muitos milhares de litros de óleos.

 Desde 15 de Julho que a AMI lançou ao público um projecto para reutilização de óleos usados que conta já com a participação de milhares de restaurantes, hotéis, cantinas, escolas, Juntas de Freguesia e Câmaras Municipais. A nossa Escola aderiu a este projecto. Colabora, recolhe os óleos de fritar de tua casa, informa familiares e vizinhos. Depois deves trazer os óleos para a escola. É por uma nobre causa.imagem_campanhaami

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Pois é verdade. Na nossa escola há mesmo plantas aromáticas lindíssimas. São fruto do trabalho persistente de professoras e alunos  que frequentam voluntariamente o “Clube Verde”. Estes heróis não só cultivaram, cuidaram e regaram. Foram mais longe e divulgaram. Apresentaram-se ao “Concurso  de fotografia de plantas aromáticas, medicinais e condimentares”. Agora não podemos voltar a dizer que não reparámos. Elas estão lá. Ora vejam duas das imagens que a professora Maria Elisa enviou.

         Claro que ganharam. Ganharam o nosso reconhecimento.São um exemplo a seguir. A nossa escola ficou mais bonita e perfumada.Nós temos mais um cantinho para estudar.Vamos olhar com mais atenção,reparar nos detalhes. Alecrim,alfazemas,erva -caril,cidreira,salva,tomilho,hortelã,etc.

Durante as matrículas reparem,inspirem e mostrem aos pais. Boas férias. 

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É com muita mágoa que hoje faço este comentário. Foi referido neste blogue o trabalho de muitos alunos, professores e encarregados de educação na manutenção e recuperação dos espaços exteriores da escola (vejam as fotos em datas anteriores) mas, se escrevemos para contar o melhor da nossa escola temos que o fazer também para relatar o que de pior acontece nesses espaços.

Recebemos as fotos e o comentário “triste” de uma professora que trabalha semanalmente com alunos nesta tarefa sem fim de manter alguns espaços verdes. Para os alunos que estão na escola há poucos anos, lembro que há relativamente poucos anos a nossa escola era a mais bonita da região. Sempre que algum pai ou visitante aqui entrava não podia deixar de comentar” que limpa, que bem tratada, etc”. As roseiras, rodeavam a vedação da escola com centenas de rosas amarelas que eram a delícia de quem passava na rua. Um ano, a escola, recebeu um prémio por ter o jardim mais bonito e cuidado da cidade. Os alunos, sem excepção, não pisavam a relva e nunca soube que algum deles tivesse cortado uma só flor.Não havia nunca um só papel no chão do pátio. Não pensem que era assim em todas as escolas, porque não era. Agora é que os espaços exteriores da nossa querida escola, se parecem com os das escolas de meninos pouco educados.Isto é uma questão de falta de civismo. Vejam as fotos e vão certamente dar-me razão.

Texto e imagens enviado pela professora Maria Elisa Santos do Clube verde

“O vandalismo continua …

As acções de destruição no jardim da nossa escola continuam.

E porque uma imagem vale mais do que mil palavras, aqui deixo estas que falam por si!

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Este banco foi arrancado do chão, com cimento e tudo, pelo que teve de ser recolhido para segurança dos próprios alunos. Agora, há menos um banco no jardim …

 

Menos dois … porque não foi só aquele banco, o alvo das atenções!

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Primeiro o encosto…

 

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Depois as costas

   

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 E por fim… o braço.”

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Maria Elisa Santos”

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E nós? Somos responsáveis? Claro que somos. Quando vemos e nos calamos. Quando sabemos e nada fazemos. Quando temos responsabilidades e não resolvemos. Para não nos sentirmos também responsáveis divulgamos.

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Aqui vai a resposta e as imagens, que agradecemos, enviadas pela professora Maria Elisa Santos, para responder ao pedido de Juliana Veiga. Esta pretende fazer um trabalho sobre borboletas e precisa de mais informação.Esperamos que esta colaboração lhe seja útil. Bom trabalho.

“Para satisfazer o pedido anexo uma cópia de um Guia de Campo das borboletas mais comuns de Portugal, editado pela Tagis – Centro de Conservação das Borboletas de Portugal (www.tagis.net).

Ainda sobre este tema, existe um livro muito interessante “As Borboletas de Portugal” de Ernestino Maravalhas, sendo o autor também o editor. O distribuidor Internacional é Apollo Books http://www.apollobooks.com apollobooks@vip.cybercity.dk

Esta belíssima obra de Ernestino Maravalhas faz uma introdução aos insectos, trata a Evolução das Borboletas, a sua Biologia, Predadores e Parasitas, Migração, Os Biótopos das Borboletas, Ecologia das Borboletas, Conservação das Borboletas, Monografia das Borboletas do Continente que inclui a Classificação de cada espécie, Distribuição, Descrição, Biologia, Situação na Europa e em Portugal.”

Maria Elisa Santos

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Por vezes também é preciso contar o que vai menos bem .Por isso transcrevemos uma notícia enviada pela professora Maria Elisa Santos que, com os seus alunos, persiste em manter os espaços verdes cuidados e pedagogicamente úteis.

Ficamos orgulhosos com o trabalho deste pai. A escola precisa de amigos, não só para consertar mas também para ensinar a conservar, respeitar e cuidar. Neste espaço só se devia construir.

“Durante as férias de Natal, o pai do Pedro José, num dos seus dias de descanso, veio à nossa escola para reconstruir o compostor que alguns alunos se entretiveram a destruir.

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Pedimos-lhe também que nos ajudasse a reparar o lago das “tartarugas” que bastantes alunos quase iam destruindo:

– eles pisaram os terrenos em volta, fazendo com que o solo, ainda fofo, abatesse e

comprimisse as margens, deformando-o;

– eles atiraram pedras para o interior e quase o perfuraram;

– enfim, … foi mais uma despesa e uma canseira inúteis e mais um enorme favor que o pai do Pedro teve a gentileza de fazer.

A solução encontrada foi a construção de uma cerca, para evitar males maiores. jardim2-small.jpg

 Mas não vamos arriscar a colocar as tartarugas neste local, pois elas não podem ser reconstruídas. São seres vivos que, uma vez destruídos, não mais terão hipótese de viver.

Os alunos do 6º B estão a pensar em colocar ali outros “habitantes”, mas ainda estão a observar o comportamento dos alunos, para ver se será perigoso ou não a sua instalação.

A relva está quase a morrer !!!

Há lixo espalhado por todo o jardim !!!

Ajudem-nos a cuidar da nossa escola !!!

Quando virem alguns colegas a atirar lixo para o chão, a pisar a relva ou a estragar alguma planta, façam alguma coisa . . . isso é formação cívica !!!”

Obrigada

Maria Elisa Santos

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Foi com saudade que li os vossos (6ºJ-Ano de 06/07) comentários. Fiquei contente por saber que se estão a esforçar na vossa nova escola.Também me lembro muito de vós. Em cada aula prática recordo a alegria e empenho que rodeavam as actividades que vos interessavam e a ajuda técnica que davam . O quadro interactivo parecia mais fácil de usar com a vossa ajuda e o filme sobre o sistema digestivo foi fantástico.Tenho a certeza que estão a fazer coisas interessantes em Ciências Naturais.

Os beijinhos para os outros professores estão a ser entregues.Mas… gostamos de visitas. A escola será sempre vossa.Beijinhos

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Como prometi aqui vão as fotos que tudo explicam.

Com a ajuda dos alunos do 7º ano procuraram-se animais do solo.

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Numa tina transparente colocaram-se os coracois e esperou-se. Claro que se deslocaram!

Observou-se o seu movimento com detalhe. Tudo foi registado.

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Já que tinhamos na sala uns caracois tão simpáticos resolvemos saber o que os leva a deslocar-se. Já tinhamos percebido que gostaram da alface verdinha que a cozinha da escola ofereceu!

 Mas teriam outras preferências?

Tivemos que decidir como proceder.

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Decidimos colocar solo húmido e solo seco numa caixa de cartão e deixar que escolhessem de acordo com as suas preferências.

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Colocámos todos os caracois na linha de separação dos dois solos

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Quem disse que os caracois são lentos?

Estes despacharam-se depressa. Trataram de nos mostrar que usam a locomoção para procurar as melhores condições de vida. E eles preferem  o solo húmido.

Nós apenas pensámos… observámos, discutimos e registámos.

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Estão a aprender a formular hipóteses, descrever procedimentos, resolver problemas… Mas o mais importante é aprender a respeitar e preservar todos os ambientes de vida do nosso frágil planeta.

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